Origem das células eucarióticas

O pequeno tamanho das células procarióticas limita a sua actividade metabólica. No entanto, o aumento do volume da célula não era uma solução para
este problema, uma vez que não é acompanhado por um aumento proporcional da área superficial, através da qual se efectuam trocas com meio envolvente.
O aumento da actividade metabólica das células foi conseguido pela evolução das células eucarióticas a partir de células procaróticas.

Hipóteses que permitem explicar a origem das células eucarióticas:

Hipótese Autogénica - as células procarióticas desenvolveram sistemas endomembranares resultantes de invaginações da membrana celular. Essas invaginações terão acabado por se isolar e especializar, originando o núcleo e os vários organelos da célula eucariótica.

Hipótese Endossimbiótica - uma célula procariótica de maiores dimensões captou outras menores, que resistiram no seu interior. Origiou-se uma relação de simbiose, sendo que estas células passaram a ser dependentes umas das outras , constituíndo organismos estáveis e singulares. As células-hóspedes vieram a constituir os organelos das células eucarióticas.


Espermatozóides e Óvulos

Durante a sua vida, um homem produz aproximadamente 8 triliões de espermatozóides, sendo que em cada ejaculação são libertados entre 250 e 500 milhões dos mesmos.
Já a mulher nasce com 400000 óvulos nos dois ovários e apenas cerca de 500 vão sofrer maturação.


Ciclo de Vida do Homem

O Homem reproduz-se unicamente por reprodução sexuada.



Durante a formação dos gâmetas dá-se a meiose (pré-gamética). Quando os gâmetas de dois indivíduos se unem (fecundação) forma-se um zigoto diplonte. Este novo ser vai sofrer sucessivas mitoses, originando um organismo multicelular diplonte.

Ciclo de Vida do Polipódio

O polipódio pode reproduzir-se tanto por reprodução assexuada como por reprodução sexuada.

Reprodução sexuada:

As células-mãe contidas nos esporângios sofrem meiose (pós-espórica), formando esporos. Seguidamente, os esporos são libertados devido ao rompimento dos esporângios, sendo que germinam quando atingem o solo, originando um gametófito, o protalo. O prótalo é uma estrutura multicelular com n cromossomas, na qual se formam os gâmetas. Dá-se, então, a fecundação, em que os anterozóides nadam até aos arquegónios, originando um zigoto diplóide. Este novo ser vai sofrer sucessivas mitoses, originando um esporófito (ser multicelular com 2n cromossomas).



O poliódio é, então, um organismo haplodiplonte, uma vez que a meiose ocorre aquando da formação de esporos.

Fonte: http://www.resumos.net/files/2anobiologia.pdf

Ciclo de Vida da Espirogira

A espirogira é um ser capaz de se reproduzir assexuada e sexuadamente, dependendo das condições do meio.
Quando dois filamentos de espirogira estão próximos, formam-se saliências nas suas células que crescem e formam tubos de conjugação. O conteúdo das células de um dos filamentos move-se (gâmetas dadores) em diracção ao conteúdo das outras (gâmetas receptores), ocorendo a fecundação. Forma-se então um zigoto diplóide em cada célula receptora. Seguidamente, dá-se a meiose (pós-zigótica), originando uma célula haplóide que, após sucessivas mitoses, irá formar um novo ser multicelular.



A Espirogira diz-se então um organismo haplonte, uma vez que o ser adulto tem n cromossomas (haplonte) e só o zigoto pertence à fase diplóide.

Fonte: http://www.resumos.net/files/2anobiologia.pdf